segunda-feira, 24 de agosto de 2009

As Primeiras Sargentos Mulheres Pára-Quedistas.


Desde o século XX, a mulher vem ocupando espaço no mercado de trabalho e nos últimos anos ela também passou a ocupar cargos de direção e gerência. A celebração da luta pelos seus direitos e conquistas é realizada há mais de 30 anos sempre no dia 8 de março, data instituída pela Organização das Nações Unidas. No Brasil, elas já ocupam cerca de 40% da População Economicamente Ativa, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e estudos Socioeconômicos (Dieese). Agora, mais um setor aderiu a essa nova tendência. No dia 1º de março de 2007, o Batalhão Pára-quedista do Exército (PQdt) recebeu pela primeira vez mulheres em seu quadro efetivo de saúde.


Desde 1997, a Escola de Saúde do Exército (EsSEx) vem formando oficiais e sargentos do seguimento feminino no quadro de saúde, mas até o ano de 2007, somente homens eram enviados para os PQdts. As sargentos Lane Carla e Kátia Rocha fazem história e são as primeiras mulheres a integrar o quadro efetivo da corporação. elas se formaram com mais 207 homens como militares de carreira e conquistaram espaço com esforços e dedicação. "Cumprimos as mesmas atividades de todos. E de certa forma, fomos mais cobradas, para que nós provássemos que éramos capazes de estar ali junto com eles", conta a sargento Lane.


Apesar da quebra de mais uma barreira, ainda é comum o preconceito das pessoas quanto às mulheres na área militar. O preconceito vem diminuindo, mas ainda existe. "Apesar disso, ser PQdt é uma experiência incrível. O salto traz uma sensação da imensa liberdade, me faz sentir realizada profissionalmente e valer à pena todos os sacrifícios sofridos no treinamento. Eu me sinto realizada", diz Lane, falando ainda que a entrada de mulheres no exército não é novidade, já que há algum tempo elas ocupam lugares de destaque nos Batalhões Especiais de Combate.


E assim como qualquer mulher que conquista o tão sonhado espaço no mercado deseja crescer mais na profissão, a sargento também tem perspectivas profissionais. "Tenho certeza que fiz a escolha certa. Pretendo fazer outros cursos operacionais para me tornar uma ótima combatente e esta cada vez mais preparada para defender com todas as forças a minha querida pátria", finaliza.


[Postagem original: Agência UVA * Agência Experimental de Notícias]
[Título: Primeiras Mulheres Sargento Pára-Quedistas.]
[Data de postagem: 07/03/2007]

domingo, 23 de agosto de 2009

Juramento do Jornalismo.


Juro, no exercício das funções de meu grau,
assumir meu compromisso com a verdade e com a informação.

Juro empenhar todos os meus atos e palavras,
meus esforços e meus conhecimentos
para a construção de uma nação consciente de sua história
e de sua capacidade.

Juro, no exercício do meu dever profissional,
não omitir, não mentir e não distorcer informações,
não manipular dados e, acima de tudo, não subordinar em favor de interesses pessoais
o direito do cidadão à informação.

Prometo também,
lutar pela liberdade de pensamento e expressão,
empenhar-me na construção da solidariedade humana
e respeitar sempre os princípios éticos e as leis do País,
a partir de agora digo,
sou um JORNALISTA.